21 de abril de 2010

Tela de Picasso que foi rasgada por visitante volta a ser exposta

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Olha só, gente. Mais uma notícia sobre restauro:

Tela de Picasso que foi rasgada por visitante volta a ser exposta


A tela "O Ator", de Picasso, que foi danificada após uma visitante cair sobre a obra, será exposta pelo museu Metropolitan de Nova York a partir da semana que vem.

A obra, de 196 x 115 cm, ficou com um rasgo vertical de 15,24 cm na parte inferior direita após o acidente ocorrido em janeiro. Uma mulher, que assistia a uma aula de arte, perdeu o equilíbrio e caiu sobre o quadro.


"O Ator" voltou a ser exibida dentro de uma importante retrospectiva de Picasso com 250 obras que poderá ser vista pelo público a partir de 27 de abril.

Elaborada no inverno de 1904-1905, a pintura corresponde ao período rosa do pintor espanhol.




O restauro levou três meses e a obra voltou a ser o mais próximo do que já era. "Sinto que as pessoas vão querer ficar muito perto dela. E, por isso, ela precisa de alguma proteção", disse a conservadora do museu Lucy Belloli ao jornal "New York Times".


Notícia publicada na FOLHA, caderno Ilustrada, dia 20/04/2010. O link pra ela está aqui. Pra quem não lembra da história da mulher desastrada que rasgou esse quadro, o link pra notícia tá aqui.

18 de abril de 2010

Polêmica! Polêmica!

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Hell-o!

Como na aula da Cecília sexta passada o assunto foi a polêmica que certas exposições geram, resolvi postar essa notícia que tem MUITO a ver com o assunto. Check it out:

Polêmica com modelos nus em exposição no MoMA atrai público curioso

da
Reportagem Local

A polêmica gerada pela exposição que faz uma retrospectiva da artista iugoslava Marina Abramovic, 63, tem levado visitantes curiosos ao museu em Nova York.

"Quero ver a exposição com pessoas nuas no MoMA", escreveu um novaiorquino no Twitter. "Acabei de descobrir que tem pessoas nuas no MoMA, do outro lado da rua do meu trabalho. Acho que vou lá ver depois do trabalho", escreveu outro.

Na última sexta-feira, o jornal "New York Times" publicou a história de um dos artistas que teve seu corpo tocado por um visitante enquanto executava a performance "Imponderabilia", uma das mais controversas de Marina.





O dançarino Will Rawls executava a performance com sua parceira, em que tinha que ficar completamente nu parado no vão de uma porta, para que os visitantes pudessem passar entre eles.

Em certo momento, ele notou um homem mais velho se preparando para passar. "Ele escorregou sua mão nas minhas costelas e costas e então tocou meu traseiro", disse Rawls ao jornal.

"Eu apenas me virei, olhei para um dos seguranças e disse: 'Esse homem está me tocando'". O visitante foi repreendido e proibido de voltar ao museu.

Pois é, galera. Imagina o rififi que uma exposição dessas não causaria por aqui. O link pra essa notícia, publicada na Folha Ilustrada dia 18/04 está aqui. Tem também outra notícia relacionada a essa mesma exposição que diz: "Visitantes apalpam artistas nus em exposição de Marina Abramovic". Hahahaha, exposição interativa ou alguma ação educativa? Adoro. O link pra ela está aqui.

13 de abril de 2010

Museu dedicado a Mazzaropi reabre em Taubaté

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Notícia do UOL:

Nesta sexta (9), quando Amacio Mazzaropi completaria 98 anos, reabre em Taubaté (SP), o Museu Mazzaropi, localizado nas dependências do hotel fazenda de mesmo nome. Com 1200m2, o local fica ao lado dos antigos estúdios do cineasta, considerados os maiores da América latina nos anos 1970. Em seu acervo estão principalmente fotos, filmes, áudios e equipamentos de cinema.


Com capacidade para 350 pessoas, o auditório renovado da construção poderá exibir os filmes de Mazzaropi em 35mm, como acontecia na época de seu lançamento original. Um projetor específico foi totalmente restaurado para esse fim. A sala de multimídia do museu permitirá também diferentes formatos, como 16 mm, super 8 e mesmo o moderno cinema digital.

Apesar de estar situado junto ao hotel, a entrada e estacionamento do museu são independentes. O projeto arquitetõnico inclui também uma área de exposição, auditório, loja e lanchonete.

Museu Mazzaropi

Estrada Amácio Mazzaropi, 201, Taubaté/SP
De terça a domingo, das 8h30 às 12h30
Entrada gratuita, mas é necessário agendar visita.
Tel: (12) 3634-3447
www.museumazzaropi.com.br

Seguem os links para a notícia publicada no UOL Viagem em 09/04/2010 e para o álbum de fotos do museu.

4 de abril de 2010

Cegos agora podem tocar as peças no Museu Egípcio do Cairo

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Aí galera,

A gente falou sobre o assunto numa das aulas de ACEM I e saiu essa notícia no UOL:



Francisco Carrión
Do Cairo


O Egito dos Faraós era até bem pouco tempo atrás um lugar negro para milhares de cegos que graças a um programa do Museu Egípcio do Cairo agora podem tocar e pôr forma a algum dos restos faraônicos mais importantes.

"Para os cegos é uma experiência incrível porque podem ligar o que lhes contaram com sua experiência ao tocar as peças", afirma o responsável pelo programa de visita para cegos do Museu Egípcio, Tahani Zakareia, à Agência Efe.


Milhares de estudantes participaram deste projeto, no qual
trabalham atualmente quatro guias, três deles cegos, que se propuseram agora a rotular em braille a pouca informação que o museu proporciona sobre as antiguidades.

"A necessidade de tocar algo para imaginá-lo não é exclusiva dos cegos porque qualquer pessoa necessita ver ou tocar um objeto para ter uma ideia dele, mas no caso deles a única forma de sentir a história é através de suas mãos", acrescenta Zakareia.


Nagwa Ibrahim, uma das quatro guias, explica que a primeira coisa a ser feita é proporcionar alguma informação aos cegos sobre o patrimônio faraônico.


Esta explicação "muito singela", precisa Nagwa, lhes dá as boas-vindas e marca o início de uma visita que continua depois no interior do museu, que abriga uma coleção de mais de 120 mil peças do Antigo Egito (de 3150 a.C. ao 31 a.C).


Durante a excursão, os visitantes cegos se movimentam pelas salas com restos arqueológicos pelas mãos dos guias que, segundo Nagwa, lhes permitem tocar antiguidades como túmulos, estátuas e mesas de mumificação.


Estátuas de pedra e cobre, máscaras funerárias, relevos ou vasilhas são alguns dos objetos ao alcance dos cegos, que desfrutam de permissão para tocar, vetada ao resto dos visitantes.

"Uma vez terminada a visita pelo museu, organizamos uma oficina e vemos como eles imaginam os restos", acrescenta Nagwa, uma jovem com problemas oculares contratada há um ano pelo centro, mas que colabora há três nesta atividade.

Outro dos guias, Adel Mustafa, conta que "quando as crianças tocam as peças percebem primeiro seu tamanho e seus limites, e depois se pertencem a um homem ou uma mulher".


"Tocamos os rostos com os dedos e através das barbichas sabemos se é de um faraó ou se se trata de um homem ou uma mulher porque seus traços faciais são diferentes", acrescenta Adel.


Da mesma forma que os guias, as mãos dos estudantes percorrem as estátuas detendo-se em sua textura e em suas gravuras e descobrem, por exemplo, se a cabeça é humana ou animal.


"E depois dão suas impressões sobre as peças", assinala Adel.


Najib também é guia do Museu Egípcio e conta que "tocar as peças permite aos cegos senti-las, ter exemplos e, junto às explicações, imaginar como é a antiguidade".


A presença dos cegos no museu não se reduz às visitas guiadas e os quatros guias trabalham para incluir alguns rótulos em braile junto às peças arqueológicas.


"Assim, se o cego decide ir ao museu sozinho, poderá entender o significado das peças que tem em frente", acrescenta Najib, que explica, além disso, que estas melhoras também serão transferidas à seção para crianças do Museu Egípcio, inaugurada em janeiro e construída a partir de blocos de plástico de Lego.


O programa não termina nas visitas, mas continua além das paredes do museu com a organização de peças de teatro em atores cegos interpretam durante um festival anual.


Adel, responsável pelos roteiros, explica que sua tarefa foi "muito difícil no princípio" porque devia "fazer todos se sentirem iguais no palco", mas confessa a sua experiência como ator durante 12 anos ajudou.

O link para a notícia está aqui.

1 de abril de 2010

Louvre foi o museu mais visitado do mundo em 2009

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da France Presse, em Londres

O Museu do Louvre, em Paris, foi o museu de arte mais visitado do mundo em 2009, atraindo 8,5 milhões de pessoas. A instituição ficou à frente do British Museum, em Londres, (5,56 milhões) e do Metropolitan Museum de Nova York (4,89 milhões), de acordo com a revista britânica "The Art Newspaper".

No ranking não figura nenhum representante latino-americano. Sete museus espanhóis estão listados: Prado (9º lugar, com 2,76 milhões), o Rainha Sofia (16º lugar, com 2,08 milhões) e o Museu Picasso de Barcelona (41º, com 1,06 milhões).

Paris, que além do Louvre tem o Pompidou (7º) e o Museu d´Orsay (8º) entre os dez primeiros, rivaliza com Londres, que coloca também a National Gallery (4º) e a Tate Modern (5º) como principais destinos.

Paralelamente, a revista elaborou uma classificação das exposições mais vistas, na qual as quatro primeiras foram organizadas no Japão.

Com uma média de quase 16 mil visitas diárias, a mais visitada foi "Ashura e Obras Mestras de Kohfukuji", que reuniu os tesouros de um templo budista localizado na cidade de Nara, no Museu Nacional de Tóquio.

Notícia publicada originalmente na editoria Turismo da FOLHA em 01/04/2010. Eis o link.