Semana Nacional de Museus começa nesta segunda
Com 1.763 eventos, promoções e ingressos mais baratos, instituições querem aumentar a visitação
iG São Paulo
17/05/2010 15:47
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Começa nesta segunda-feira a 8ª Semana Nacional de Museus no Brasil, promovida pelo Ministério da Cultura e pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), em comemoração ao Dia Internacional de Museus, que será na terça-feira (18/05). O evento, realizado entre os dias 17 e 23 de maio, tem o objetivo de promover a integração das instituições museológicas e aumentar a visitação.
Foto: Agência Brasil Ampliar
Museu da República, em Brasília, traz exposição sobre a obra do arquiteto Lúcio Costa
Serão oferecidos para a população seminários, exposições, oficinas, espetáculos musicais, de teatro e de dança, mesas redondas, visitas guiadas, exibições de filmes e um diversificado conjunto de atividades compõem a programação. Ao todo, 1.763 eventos estarão espalhados por 588 museus em todas as regiões do Brasil.
Este ano, o tema da semana nacional será a “harmonia social”. Segundo o Ibram, a idéia é destacar o papel do museu como instituição conectada ao mundo contemporâneo e interessada na vida social, política e econômica da sociedade em que está inserida. A semana pretende ainda estimular a discussão, a reflexão e a prática do respeito e da valorização da diversidade.
Algumas instituições promoveram ingressos mais baratos para atrair o público. O Museu Paulista, conhecido como Museu do Ipiranga, e o Museu de Zoologia, ambos da Universidade de São Paulo (USP), adotaram o “Ingresso Dois-em-um”. Com apenas uma entrada, o visitante pode conhecer os dois museus, que são vizinhos no Parque da Independência. A promoção é válida entre os dias 18 de maio e 18 de agosto e o valor do ingresso é de R$ 6,00 (inteira) e R$3,00 (meia).
Veja a programação completa da Semana Nacional de Museus e não perca a oportunidade conhecer as instituições e exposições da sua cidade.
Leia mais sobre: museu •
http://www1.museus.gov.br/IBRAM/pag/semana_museus.asp
18 de maio de 2010
Semana Museolística !
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MUSEU É 10 !
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12:23
21 de abril de 2010
Tela de Picasso que foi rasgada por visitante volta a ser exposta
0 comentáriosOlha só, gente. Mais uma notícia sobre restauro:
Tela de Picasso que foi rasgada por visitante volta a ser exposta
A tela "O Ator", de Picasso, que foi danificada após uma visitante cair sobre a obra, será exposta pelo museu Metropolitan de Nova York a partir da semana que vem.
A obra, de 196 x 115 cm, ficou com um rasgo vertical de 15,24 cm na parte inferior direita após o acidente ocorrido em janeiro. Uma mulher, que assistia a uma aula de arte, perdeu o equilíbrio e caiu sobre o quadro.
"O Ator" voltou a ser exibida dentro de uma importante retrospectiva de Picasso com 250 obras que poderá ser vista pelo público a partir de 27 de abril.
Elaborada no inverno de 1904-1905, a pintura corresponde ao período rosa do pintor espanhol.
O restauro levou três meses e a obra voltou a ser o mais próximo do que já era. "Sinto que as pessoas vão querer ficar muito perto dela. E, por isso, ela precisa de alguma proteção", disse a conservadora do museu Lucy Belloli ao jornal "New York Times".
Notícia publicada na FOLHA, caderno Ilustrada, dia 20/04/2010. O link pra ela está aqui. Pra quem não lembra da história da mulher desastrada que rasgou esse quadro, o link pra notícia tá aqui.
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Adriana
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03:00
18 de abril de 2010
Polêmica! Polêmica!
0 comentáriosHell-o!
Como na aula da Cecília sexta passada o assunto foi a polêmica que certas exposições geram, resolvi postar essa notícia que tem MUITO a ver com o assunto. Check it out:
Polêmica com modelos nus em exposição no MoMA atrai público curioso
da Reportagem Local
A polêmica gerada pela exposição que faz uma retrospectiva da artista iugoslava Marina Abramovic, 63, tem levado visitantes curiosos ao museu em Nova York.
"Quero ver a exposição com pessoas nuas no MoMA", escreveu um novaiorquino no Twitter. "Acabei de descobrir que tem pessoas nuas no MoMA, do outro lado da rua do meu trabalho. Acho que vou lá ver depois do trabalho", escreveu outro.
Na última sexta-feira, o jornal "New York Times" publicou a história de um dos artistas que teve seu corpo tocado por um visitante enquanto executava a performance "Imponderabilia", uma das mais controversas de Marina.
O dançarino Will Rawls executava a performance com sua parceira, em que tinha que ficar completamente nu parado no vão de uma porta, para que os visitantes pudessem passar entre eles.
Em certo momento, ele notou um homem mais velho se preparando para passar. "Ele escorregou sua mão nas minhas costelas e costas e então tocou meu traseiro", disse Rawls ao jornal.
"Eu apenas me virei, olhei para um dos seguranças e disse: 'Esse homem está me tocando'". O visitante foi repreendido e proibido de voltar ao museu.
Pois é, galera. Imagina o rififi que uma exposição dessas não causaria por aqui. O link pra essa notícia, publicada na Folha Ilustrada dia 18/04 está aqui. Tem também outra notícia relacionada a essa mesma exposição que diz: "Visitantes apalpam artistas nus em exposição de Marina Abramovic". Hahahaha, exposição interativa ou alguma ação educativa? Adoro. O link pra ela está aqui.
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Adriana
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18:55
13 de abril de 2010
Museu dedicado a Mazzaropi reabre em Taubaté
0 comentáriosNotícia do UOL:
Nesta sexta (9), quando Amacio Mazzaropi completaria 98 anos, reabre em Taubaté (SP), o Museu Mazzaropi, localizado nas dependências do hotel fazenda de mesmo nome. Com 1200m2, o local fica ao lado dos antigos estúdios do cineasta, considerados os maiores da América latina nos anos 1970. Em seu acervo estão principalmente fotos, filmes, áudios e equipamentos de cinema.
Com capacidade para 350 pessoas, o auditório renovado da construção poderá exibir os filmes de Mazzaropi em 35mm, como acontecia na época de seu lançamento original. Um projetor específico foi totalmente restaurado para esse fim. A sala de multimídia do museu permitirá também diferentes formatos, como 16 mm, super 8 e mesmo o moderno cinema digital.
Apesar de estar situado junto ao hotel, a entrada e estacionamento do museu são independentes. O projeto arquitetõnico inclui também uma área de exposição, auditório, loja e lanchonete.
Museu Mazzaropi
Estrada Amácio Mazzaropi, 201, Taubaté/SP
De terça a domingo, das 8h30 às 12h30
Entrada gratuita, mas é necessário agendar visita.
Tel: (12) 3634-3447
www.museumazzaropi.com.br
Seguem os links para a notícia publicada no UOL Viagem em 09/04/2010 e para o álbum de fotos do museu.
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Adriana
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03:14
4 de abril de 2010
Cegos agora podem tocar as peças no Museu Egípcio do Cairo
0 comentáriosAí galera,
A gente falou sobre o assunto numa das aulas de ACEM I e saiu essa notícia no UOL:
Francisco Carrión
Do Cairo
O Egito dos Faraós era até bem pouco tempo atrás um lugar negro para milhares de cegos que graças a um programa do Museu Egípcio do Cairo agora podem tocar e pôr forma a algum dos restos faraônicos mais importantes.
"Para os cegos é uma experiência incrível porque podem ligar o que lhes contaram com sua experiência ao tocar as peças", afirma o responsável pelo programa de visita para cegos do Museu Egípcio, Tahani Zakareia, à Agência Efe.
Milhares de estudantes participaram deste projeto, no qual
trabalham atualmente quatro guias, três deles cegos, que se propuseram agora a rotular em braille a pouca informação que o museu proporciona sobre as antiguidades.
"A necessidade de tocar algo para imaginá-lo não é exclusiva dos cegos porque qualquer pessoa necessita ver ou tocar um objeto para ter uma ideia dele, mas no caso deles a única forma de sentir a história é através de suas mãos", acrescenta Zakareia.
Nagwa Ibrahim, uma das quatro guias, explica que a primeira coisa a ser feita é proporcionar alguma informação aos cegos sobre o patrimônio faraônico.
Esta explicação "muito singela", precisa Nagwa, lhes dá as boas-vindas e marca o início de uma visita que continua depois no interior do museu, que abriga uma coleção de mais de 120 mil peças do Antigo Egito (de 3150 a.C. ao 31 a.C).
Durante a excursão, os visitantes cegos se movimentam pelas salas com restos arqueológicos pelas mãos dos guias que, segundo Nagwa, lhes permitem tocar antiguidades como túmulos, estátuas e mesas de mumificação.
Estátuas de pedra e cobre, máscaras funerárias, relevos ou vasilhas são alguns dos objetos ao alcance dos cegos, que desfrutam de permissão para tocar, vetada ao resto dos visitantes.
"Uma vez terminada a visita pelo museu, organizamos uma oficina e vemos como eles imaginam os restos", acrescenta Nagwa, uma jovem com problemas oculares contratada há um ano pelo centro, mas que colabora há três nesta atividade.
Outro dos guias, Adel Mustafa, conta que "quando as crianças tocam as peças percebem primeiro seu tamanho e seus limites, e depois se pertencem a um homem ou uma mulher".
"Tocamos os rostos com os dedos e através das barbichas sabemos se é de um faraó ou se se trata de um homem ou uma mulher porque seus traços faciais são diferentes", acrescenta Adel.
Da mesma forma que os guias, as mãos dos estudantes percorrem as estátuas detendo-se em sua textura e em suas gravuras e descobrem, por exemplo, se a cabeça é humana ou animal.
"E depois dão suas impressões sobre as peças", assinala Adel.
Najib também é guia do Museu Egípcio e conta que "tocar as peças permite aos cegos senti-las, ter exemplos e, junto às explicações, imaginar como é a antiguidade".
A presença dos cegos no museu não se reduz às visitas guiadas e os quatros guias trabalham para incluir alguns rótulos em braile junto às peças arqueológicas.
"Assim, se o cego decide ir ao museu sozinho, poderá entender o significado das peças que tem em frente", acrescenta Najib, que explica, além disso, que estas melhoras também serão transferidas à seção para crianças do Museu Egípcio, inaugurada em janeiro e construída a partir de blocos de plástico de Lego.
O programa não termina nas visitas, mas continua além das paredes do museu com a organização de peças de teatro em atores cegos interpretam durante um festival anual.
Adel, responsável pelos roteiros, explica que sua tarefa foi "muito difícil no princípio" porque devia "fazer todos se sentirem iguais no palco", mas confessa a sua experiência como ator durante 12 anos ajudou.
O link para a notícia está aqui.
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Adriana
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21:30
1 de abril de 2010
Louvre foi o museu mais visitado do mundo em 2009
0 comentáriosda France Presse, em Londres
O Museu do Louvre, em Paris, foi o museu de arte mais visitado do mundo em 2009, atraindo 8,5 milhões de pessoas. A instituição ficou à frente do British Museum, em Londres, (5,56 milhões) e do Metropolitan Museum de Nova York (4,89 milhões), de acordo com a revista britânica "The Art Newspaper".
No ranking não figura nenhum representante latino-americano. Sete museus espanhóis estão listados: Prado (9º lugar, com 2,76 milhões), o Rainha Sofia (16º lugar, com 2,08 milhões) e o Museu Picasso de Barcelona (41º, com 1,06 milhões).
Paris, que além do Louvre tem o Pompidou (7º) e o Museu d´Orsay (8º) entre os dez primeiros, rivaliza com Londres, que coloca também a National Gallery (4º) e a Tate Modern (5º) como principais destinos.
Paralelamente, a revista elaborou uma classificação das exposições mais vistas, na qual as quatro primeiras foram organizadas no Japão.
Com uma média de quase 16 mil visitas diárias, a mais visitada foi "Ashura e Obras Mestras de Kohfukuji", que reuniu os tesouros de um templo budista localizado na cidade de Nara, no Museu Nacional de Tóquio.
Notícia publicada originalmente na editoria Turismo da FOLHA em 01/04/2010. Eis o link.
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Adriana
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21:21
14 de março de 2010
Instalações e interação discutem erros da língua portuguesa
0 comentáriosPessoas,
Novidade no Museu da Língua Portuguesa. Olha só:
RAFAEL BALSEMÃO
do Guia da Folha
A nova exposição do Museu da Língua Portuguesa - região central da capital paulista - marca o aniversário de quatro anos do espaço e está cheia de erros feios. A começar pelo nome da mostra, "Menas: o Certo do Errado, o Errado do Certo", que abre para o público na terça-feira (16).
"Menas"? Atenção, puristas, isso é uma provocação - os curadores Ataliba de Castilho e Eduardo Calbucci sabem que o advérbio "menos" é invariável. E, como tudo na mostra, o título é proposital. Atire a primeira gramática quem nunca ouviu alguém concordar com o gênero feminino e pagar mico ao dizer um nada sonoro "menas" durante uma conversa. A ideia é justamente debater "problemas" linguísticos como esse, entender por que erramos e, com isso, discutir a amplitude da língua. "É a primeira exposição no museu sobre a língua portuguesa; as outras tinham ligação com a literatura", explica Calbucci. "Queremos convidar o visitante a refletir sobre as várias maneiras de usar o idioma."
Confira sete instalações que compõem a mostra:
Portas Abertas
Na Estação da Luz, antes de o visitante passar pela bilheteria do museu, estarão expostos 30 "banners" com diversas frases com erros de grafia registrados no português popularmente falado no Brasil, como "perca total". "Queremos brincar com a linguagem de rua e do povo. É uma espécie de convite de entrada", afirma Eduardo Calbucci.
Óculos
A segunda instalação é um jogo de espelhos, cujo objetivo é livrar os visitantes de seus juízos prévios sobre os erros da linguagem, preparando-o para tirar proveito das outras seções da exposição. "É uma bagunça visual. Do caos, vai se formar uma frase", explica o curador.
Os Cem Erros Nossos de Cada Dia
Em um grande painel de 3 m x 12 m, estarão os "cem erros nossos de cada dia", uma seleção dos erros lexicais, semânticos, gramaticais e discursivos mais frequentes. "A ideia aqui não é condenar o erro. Vamos explicar a natureza dele", diz Calbucci.
Jogo do Certo e do Errado
Com nove telas de computador "touch screen" ligadas em rede, o jogo é um "quiz" com 15 perguntas em cada tela, para testar os conhecimentos gramaticais. Segundo Calbucci, mais importante que a resposta é a explicação final de cada questão.
Biblioteca de Babel
A instalação é uma reunião de cem frases de escritores e compositores, que se manifestam sobre a língua e a vida, em suportes diversos, como livros, estantes e camisetas.
Norma, a Camaleoa
No vídeo "Norma, a Camaleoa", a atriz Alessandra Colassanti encarna as quatro normas da língua portuguesa, apresentando-as e discutindo-as. O encontro fictício das "Normas" se dá no banheiro do museu.
Janelas Abertas
Um corredor estreito cheio de frases, gírias e piadas convida o público a voltar para a vida fora do museu e perceber a língua de maneira mais generosa.
Pra quem quiser conferir:
Menas: O Certo do Errado, o Errado do Certo
Instalações debatem problemas linguísticos para entender por que erramos e, com isso, discutir a amplitude da língua.
Classificação: Livre
Museu da Língua Portuguesa - Sala de exposições temporárias
Pça. da Luz, s/ nº - Bom Retiro - Centro. Telefone: 3326-0775.
Ingresso: R$ 6 (grátis p/ menores de dez, maiores de 60 anos e sáb.).
O link pra notícia está aqui. Fica a dica. =]
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Adriana
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23:03
13 de março de 2010
Blog irá acompanhar restauração de quadro de Van Gogh
0 comentáriosGalera,
Notícia da Folha sobre restauração:
Uma das pinturas mais famosas de Vincent van Gogh, "O Quarto em Arles", foi retirada do museu que leva o nome do artista para ser restaurada. Mas os amantes da arte podem acompanhar a restauração por meio de um blog, hospedado no site do museu. A pintura, de 1888, como diz o nome, retrata o quarto do pintor na cidade francesa de Arles.

A porta-voz do museu, Natalie Bos, disse que algumas cores do quadro sumiram. A pintura foi removida do local em janeiro, e o trabalho de restauração deve seguir até agosto. Bos disse hoje que a líder do projeto, Ella Hendriks, irá postar sobre o trabalho de restauração uma ou duas vezes por semana para mostrar como a recuperação é feita.
No blog, a responsável pela restauração diz que mal pode esperar pra começar. A pintura já foi removida da moldura e está na sala de restauro (prefiro o termo "restauração", mas quem é da área vive dizendo "restauro", então fica "restauro" mesmo). Ela diz também que a obra estava na lista pra ser restaurada desde os anos 80. "Mas foi bom termos esperado, uma vez que as técnicas de pesquisa disponíveis para nós agora nos ensinaram mais do que teria sido possível há 20 anos." Ansiosa pra ver como vai ficar.
A notícia foi originalmente publicada na editoria Ilustrada da Folha dia 11/03. Eis o link.
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Adriana
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00:10
9 de março de 2010
Giotto "secreto" é encontrado em capela de Florença
0 comentáriosFLORENÇA, Itália - Restauradores usando raios ultravioletas redescobriram magníficos detalhes originais das pinturas de Giotto na capela Peruzzi, na igreja Santa Croce, em Florença, que tinham ficado ocultos durante séculos.
"Descobrimos um Giotto secreto", disse Isabella Lapi Ballerini, diretora do Opificio delle Pietre Dure, de Florença, um dos mais respeitados laboratórios de restauração de arte no mundo.
Mais de uma dúzia de restauradores e pesquisadores iniciaram no ano passado um projeto ambicioso de "diagnóstico não invasivo" para averiguar as condições da capela de 12 metros de altura, que Giotto pintou por volta do ano 1320.
O objetivo do estudo, financiado em parte por uma doação da Fundação Getty, de Los Angeles, era colher informações sobre a capela de 170 metros quadrados. As informações seriam usadas para orientar uma restauração futura.
Durante o projeto, que durou quatro meses, restauradores trabalhando sobre três andares de andaimes de aço descobriram que, quando olharam as pinturas sob luz ultravioleta, puderam enxergar detalhes espantosos que não são visíveis a o olho nu.
"Foi algo realmente surpreendente", disse Cecilia Frosinini, coordenadora do projeto que estudou as cenas das vidas de São João Evangelista e São João Batista.
"Sabíamos que poderíamos obter resultados muito interessantes do diagnóstico científico, mas, quando olhamos as pinturas sob a luz ultravioleta, de repente essas pinturas muito gastas, estragadas por restaurações antigas, ganharam vida nova", disse ela, apontando para uma cena e usando óculos de proteção.
"Mestre" de Michelangelo
Acredita-se que as pinturas feitas por Giotto na capela lanciforme exerceram grande influência sobre Michelangelo, que nasceu quase 140 anos após a morte de Giotto e que pintou a Capela Sistina no início do século 16.
Os restauradores de hoje estão enxergando os detalhes que Michelangelo viu quando admirou as pinturas de Giotto, visto como um dos artistas que lançou as sementes do Renascimento italiano.
"As cenas voltaram a ser tridimensionais. Pudemos ver os efeitos de chiaroscuro", disse ela. "Havia corpos sob as vestimentas. Eles se tornaram tridimensionais. Tornou-se possível enxergar as dobras das roupas, as expressões dos rostos."
A capela Peruzzi foi imortalizada na cena do livro "Um Quarto com Vista", de E.M. Forster, em que a jovem Lucy Honeychurch é apresentada aos trabalhos de Giotto por seu futuro marido, George Emerson.
Segue o link pra matéria do Giotto no UOL. Depois vou postar aqui uma notícia sobre a Bienal de SP. Parece que conseguiram levantar a grana pro evento.Inté.
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Adriana
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15:45
7 de março de 2010
Primeiros trabalhos...
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MUSEU É 10 !
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19:31
2 de março de 2010
Blog de cara nova
0 comentáriosE aê, galera!
Tomei a liberdade de mudar o template...Folgada eu, né?
Entrem, postem, comentem! Quero saber o que vocês acharam. Continuo na minha busca incessante por um layout que tenha a ver com o assunto. Enquanto não encontro, acho que fica bacana esse que imita um diário de viagem. Afinal, quem viajaria a França e não visitaria o Louvre?
Quem encontrar alguma falha, ou tiver dificuldade em postar, me dá um toque e eu corrijo.
Putabração.
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MUSEU É 10 !
às
21:18
Museu croata recria visões, sons e odores da Idade da Pedra
1 comentáriosHello, my people!
Minha estréia no blog vai ser com essa notícia quentinha que vi no UOL hoje. Check it out:
KRAPINA, Croácia (Reuters Life!) - A ciência forense e simulações computadorizadas são apenas duas das ferramentas de alta tecnologia empregadas por um novo museu na Croácia para explicar um ramo da árvore evolutiva.
O Museu Neandertal foi aberto na semana passada, erguido no local em que cientistas encontraram a maior concentração na Europa de restos de neandertais -- os ossos, crânios, ferramentas e outros resquícios de um ramo extinto da humanidade que habitou partes da Ásia e Europa até 30 mil anos atrás.
O conceito do museu -- que resume a evolução em um período de 24 horas, representado em um caminho que serpenteia pelos dois andares do prédio -- ressalta o fato de os primeiros parentes dos humanos terem surgido em um momento tardio dessas 24 horas: às 23h52.
Construído com a ajuda de museus de história natural norte-americanos e britânicos, o museu expõe muitos dos ossos e artefatos desenterrados no local no final do século 19.
"Naquela época, os cientistas procuravam o chamado elo perdido, metade homem, metade animal, e os neandertais eram retratados como selvagens peludos e de aparência bruta, que não sabiam andar eretos", disse o paleoantropólogo Jackov Radovic.
Mas as figuras de neandertais recriadas em tamanho natural pelo museu contam uma história diferente.
"Hoje vemos os neandertais como humanos. Eles tinham emoções, eles ajudavam os fracos e doentes, temos indicativos de que faziam rituais de sepultamento e determinamos que eles possuíam o gene da fala, como nós", disse Radovic.
Descobertas feitas em toda a Europa mostram que os neandertais faziam pinturas, provavelmente praticavam algum tipo de dança ou música tribal e até mesmo escovavam os dentes.
"Mesmo que não tenham sido nossos antepassados diretos, foram parentes muito próximos de nossos ancestrais, o que faz deles nossos ancestrais", disse Radovic.
Ele explicou que os cientistas ainda estão intrigados e divididos em relação ao período de vários milhares de anos durante o qual os neandertais conviveram lado a lado com os humanos modernos, até sua extinção final.
"Acredito - e existem algumas provas científicas nesse sentido - que eles se miscigenaram aos humanos, que houve troca de material genético. Algumas descobertas recentes em Portugal também provam que o contato entre as duas populações foi possível", disse ele.
Os visitantes ao museu podem tocar partes de um corpo neandertal digital para ouvir uma explicação médica de suas doenças e males - em sua maioria muito semelhantes aos nossos, como problemas de ombro e joelho em uma idade mais avançada.
A cena central do museu - uma grande família neandertal reunida em volta de uma fogueira em uma caverna - impressiona especialmente devido aos odores fortes de suor e carne queimada que a acompanham, além de sons que visam reproduzir os sons típicos da Idade da Pedra.
O link pra notícia tá aqui. E o site do museu tá aqui. Acredito que esse seja o futuro do que conhecemos como "museu". Um espaço público que não só expõe mas contextualiza...Mexe com todos os sentidos, com a imaginação. As futuras gerações agradecem.
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Adriana
às
17:12
Expedição Langsdorff (vale muito a pena ver)
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Salve salve meus queridos, vi sobre essa expo no CCBB no jornal, e achei muito interessante, e veio a calhar com o que a prof estava falando ontem sobre expedições de carater cientifico, vou copiar as infos pra vocês (obs: pretendo ir ou sexta ou sabado quem quiser me procure entre hj e amanhã na sala pra combinarmos com a geral)
A exposição apresenta o percurso da expedição Langsdorff pelo interior do Brasil, desde 1821 até 1829, através de um conjunto de 156 obras, que inclui desenhos e aquarelas de Johann Moritz Rugendas, Aimé-Adrien Taunay e Hercules Florence e mapas do cartógrafo Néstor Rubtsov. A coleção mostra imagens da flora, fauna, paisagens e população documentadas ao longo do trajeto do Rio de Janeiro ao Pará, convidando o público a observar as transformações nestas regiões nos últimos 180 anos. SERVIÇO
Data: de 23 de fevereiro a 25 de abril - terça a domingo
Locais: térreo, 1º, 2º e 3º andares | Rua Álvares Penteado, 112 - Centro
Ingressos: entrada franca
Classificação indicativa: Livre
Informações: (11) 3113-3651/3652
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Unknown
às
13:31
28 de fevereiro de 2010
Boas Vindas!
0 comentáriosBem vindos alunos e companheiros de classe e profissão!
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Anônimo
às
21:38








